Aconteceu em 19 de Novembro de 2018, no salão da GLP, o Jantar Ritualístico das Lojas pertencentes ao 23º Distrito Maçônico, composto pelas seguintes oficinas:
- Loja Dario Vellozo Nº 6, representada pelo Venerável Mestre Irmão Eduardo Leal.
- Loja Luz de Curitiba Nº 68, representada pelo Venerável Mestre Irmão Rosnei E. Novak.
- Loja Obreiros de Pinhais Nº 95, representada pelo Venerável Mestre Irmão Terry Milfon Tavares.
- Loja Novos Caminhos Nº 118, representada pelo Venerável Mestre Irmão Urbano Moreira Filho.
- Loja Delta Nº 124, representada pelo Venerável Mestre Irmão Antonio Carlos Prohmann.
Os trabalhos de Banquete foram dirigidos pelo Venerável Mestre Irmão Eduardo Rosa Leal da Loja Dario Velozzo Nº 6 do Oriente de Curitiba.
Estavam presentes, representando a Grande Loja do Paraná o Sereníssimo Grão Mestre, Irmão Valdemar Kretschmer, os Delegados do 23º e 34º Distritos, Irmão Emanuel Gomes de Oliveira e Irmão Rubens Vieira respectivamente, o Presidente do Superior Tribunal Maçônico, Irmão José de Jesus Gonçalves Bambil, o Grande 2º Vigilante, Irmão Nilson de Oliveira Toledo, o Grande Orador, Irmão Marcos Antônio Corrêa de Sá, além dos Irmãos Reginaldo Cezar Bueno e José Carlos da Cunha Lombardi, membros da Grande Comissão de Finanças.
O evento contou com a participação de 65 Irmãos onde, além de comemorar a fraternidade que une os maçons, celebramos também o dia do Pavilhão Nacional, o aniversário de Dario Vellozo (patrono da Loja Dario Vellozo Nº 6) e aniversário de 26 anos da Loja Obreiros de Pinhais Nº95.
Em um clima de profunda união e egrégora, os Irmãos confraternizaram e regozijaram-se com excelentes pratos preparados pelo Ir.rmão Chef Melo e sua equipe.
Diante do sucesso alcançado, o evento promete outras edições.



8 comentários
Pular para o formulário de comentário
Foi um belo encontro.
Eu, que estava por motivos pessoais, ligados à passagem de minha querida mãe, estava ausente de Curitiba há oito meses, tive o enorme prazer de retornar aos trabalhos em raro momento de confraternização das Lojas que fazem parte do 23º Distrito.
Sempre fui partidário de tais encontros, e, a todos os IIrm.’. que foram Delegados Distritais, sugeri que houvesse sessão em conjunto das Lojas do Distrito. E não foi diferente com o atual, Irm.’. Emanuel. Assim, foi com muita satisfação que soube da realização não de sessão templária, mas do Banquete Ritualístico.
De fato, foi uma cerimônia marcante, que ficará na memória de todos os que dela participaram e, espero que outras venham.
Lúcio Neves.’.
(ex-V.’. M.’. Loja Novos Caminhos, nº 118, 2012/2014)
Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.
Foi um belo jantar.
Agora, cobrar aluguel de salão, que nós estamos pagando, e aluguel de cadeiras dos irmãos, em um jantar já superfaturado, ao meu ponto de vista, extrapola os limites do bom senso.
Penso que isso é uma falta de respeito e consideração para com os irmãos que mantém esta instituição.
Essa não é a Ordem que se ensina dentro de Templos.
Fica minha dica para próximo ano. Não abusar da boa vontade dos obreiros.
Em relação ao comentário do Ir:.Alvaro Dias Neto(11/12/2018), a G:.L:.P:. vem esclarecer, à toda jurisdição, a bem da verdade, que a taxa cobrada pela utilização do novo Salão de Eventos, no valor de R$300,00(trezentos reais),a qual foi rateada pelas cinco lojas que realizaram o jantar ritualístico do 23º Distrito, se refere ao pagamento de serviços extras de limpeza, anterior e posterior ao evento, até mesmo em função das obras que estão sendo realizadas naquele espaço, bem como a compra de materiais de higiene (banheiros) que foram disponibilizados aos irmãos que participaram daquele jantar, razão pela qual o custo efetivo para cada oficina foi apenas de R$60,00(sessenta reais).Quanto a questão de aluguel de mesas/cadeiras e o custo do jantar dito “superfaturado” a Grande Loja não tem qualquer responsabilidade sobre este valores, já que não locou o mobiliário e não custeou o jantar, devendo o citado irmão procurar o V:.M:. ou Tesoureiro de sua oficina para receber as devidas informações a respeito. Antes de criticar, é mais prudente se informar. Fica a dica. TT:.FF:.AA:. Lincoln Lourenço Macuch(Gr:.Sec:.RRel:.Int:.)
Q tristeza ver a necessidade desses esclarecimentos. Por acaso algum Ir.’. Acha que existe almoço (nesse caso) jantar grátis?
Ir.´. Macuch boa tarde. Concordo em grau, gênero e número com meu 1º vig.´. Ir.´. Alvaro, o que aconteceu no jantar do 23º distrito foi um absurdo. Passei contato de pessoas que fariam o jantar por menos da metade do preço, porém não fui ouvido. Mais cobrar R$ 100,00 por obreiro num jantar ritualístico foi difícil de aceitar. Somos uma loja pequena e de poucos recursos e não achei justo esta cobrança. Era o que continha. TFA.
ANTONIO CARLOS PROHMANN – V.´.M.´.
Em nenhum momento descrevi os valores como de responsabilidade exclusiva da GLP Ir. Lincoln.
Mas… se este espaço não serve para descrever opiniões e sugestões, melhor seria tirá-lo. Ninguém cresce só com elogios.
Continuo com a opinião de que é desrespeito para com os irmãos certos tipos de cobranças, ao meu ver abusivas.
As informações que tive, foram as mínimas repassadas aos irmãos da Loja Delta. No entanto se os obreiros acreditam que está tudo certo, tudo bem.
Vamos procurar melhorar nossa comunicação.
Fica a dica. TFA
Prezados Irmãos Antonio Carlos e Alvaro, a resposta que foi dada pela GLP foi em atenção ao que foi postado, ou seja :”… Agora, cobrar aluguel de salão, que nós estamos pagando…Penso que isso é uma falta de respeito e consideração para com os irmãos que mantém esta instituição…” .Para qualquer irmão que leu o texto, porque postado em canal aberto, teve a absoluta impressão de que os problemas em relação aos valores cobrados naquele jantar ritualístico teve a ver diretamente com as questões do aluguel do espaço e aluguel de mobiliários, e custo do jantar, quando na verdade a GLP não teve qualquer participação nos valores que foram cobrados pelo buffet. Ademais, sim, este é um espaço democrático para qualquer tipo de critica, só que o texto só fez referências a instituição, aí subentendido a GLP. Por fim, o SGM ou a Grande Secretaria sempre estiveram e estão abertos e disponíveis para qualquer tipo de conversa, especialmente as de cunho pessoal, o que poderia ter sido acontecido neste caso. Importante destacar o fato de que recebemos diariamente vários irmãos para discutir ou debater os mais variados assuntos em relação a nossa pontência, inclusive críticas, sejam elas construtivas ou não . TT:.FF:.AA:. Lincoln Lourenço Macuch(Gr:.Sec:.RRel:.Int:.)
Meus caros irmãos,
vejo com surpresa as manifestações em relação aos valores relativos a este jantar e só me manisfesto em razão de algumas afirmações feitas, sem o conhecimento efetivo e sem a devido cuidado em se averiguar os fatos antes de publicamente manisfestar.
1- Desde que fui contatado pelo nosso irmão Eduardo que estava organizando o referido jantar, sempre foi colocado que as decisões em relação ao que estava sendo decidido transcorriam em colegiado com as lojas envolvidas e aprovadas por tais;
2- quando apresentei o cardápio o qual foi aprovado, o irmão Eduardo pediu que eu incluísse no valor o vinho , águas e suco a serem servidos;
3- a planilha de custos competentemente elaborada pelo nosso irmão e acredito repassada para todas as oficinas, descreveu os valores envolvidos que foram rateados pelas lojas segundo o numero de participantes confirmados até dois dias antes. Constou da planilha a saber: jantar( refeição, bebidas), bandeiras pequenas comemorativas(guardanapos),locação da GLP,locação de mesas e cadeiras e integrantes da ADM da GLP. Algumas das despesas pagas por mim antecipadamente.
4- fiquei surpreso com as expressões, “super faturado” e ” metade do preço”, sem que antes os signatários destas tivessem me procurado para entender e averiguar. Esta muito em moda, infelizmente, ainda em nosso país atribuir tais condutas à todos, contudo penso que isto deva ser feito somente a luz dos fatos. Porém entre Maçons, irmãos, que sabidamente devem estar preparados para JULGAR (espera-se), o investigar a verdade deveria ser regra, afinal não é o que buscamos?
5- por fim tenho feito dentro da minha atividade vários trabalhos para diversas lojas e irmãos, sempre com o maior carinho, respeito e justiça nos valores que pratico. Sei também, como é comum em qualquer ramo comercia,l que temos valores menores e maiores ao que pratico, mas tenho convicção do meu trabalho, minha família vive disso e o fazemos dentro da maior lisura e com muita satisfação.
Em relação ao novo templo, de uma forma ou outra, estamos todos realizando a obra em curso ajudando cada qual da sua maneira; e que bom que assim o é! Já podemos declarar com orgulho que somos partícipes deste feito. Também devemos entender que como maçons que somos nossa obrigação é também zelar pela manutenção e cuidado, afinal é nossa, nossa casa maçônica, de todos da GLP.
Peço perdão pela delonga mas achei importante me manifestar e estou a disposição dos irmãos para esclarecer qualquer duvida.
TFA
Ir.’. Mello